terça-feira, 16 de novembro de 2010
Estou no Ipad
Meu sonho realizado.
domingo, 14 de novembro de 2010
Hoje é Domingo...
Cachimbo é de ouro,
que bate no touro,
o touro é valente,
que bate na gente,
agente é fraca,
cai no buraco e,
bate a cabeça!
Nossa lembrei deste versinho da minha infância. Alguém também se lembra?
Não resisti e fui assistir à pré-estréia do filme do Woody Allen, "Você vai conhecer o homem dos seus sonhos", e não gostei. Que pena, adoro os filmes dele sempre, mesmo os piores têm bons diálogos. Esse não engrena. Se vale a pena ver? Para quem gosta dele sim, quem não gosta, não perca tempo.
Um bom domingo para todos e todas!
Ah! continuo a ouvir o Milton Nascimento que delícia de CD. "... meu peito de pescador, sabe que a lua passou, fim da maré de pescar. Eu te dei os meus sonhos, meus navios, que troquei lá, lá, lá..." Estou realmente amando, de paixão.
sábado, 13 de novembro de 2010
Esporte é Música dão o tom da vida!
Estou escrevendo e ouvindo o maravilhoso CD (novíssimo) do Milton Nascimento que está maravilhoso. Se chama "... E a gente sonhando". Vale a pena! E a capa é muito bonita.
Outro CD que vocês podem ouvir que também é muito legal é o do ED Motta, novíssimo também, chamado "Piquenique". Ele também é o máximo cantando, as letras das músicas foram feitas por sua esposa Edna Lopes. Não sei se gostei das letras, mas as palavras e a voz do Ed Motta se encaixam tanto que você fica inebriado. Além disso, se você não gostar o CD tem o desenho de uma torta de morango que dá vontade de comer, para as nossas formiguinhas basta vocês ficarem olhando para o CD e comendo com os olhos.
E agora vou falar sobre um esporte que eu adoro e que provavelmente nenhum de vocês, exceto o neto da Suzana e o filho da Glaura, vão odiar. Sim, vocês adivinharam, vou escrever um pouco sobre Futebol Americano, vai que vocês precisem urgentemente conversar com alguém sobre este assunto daí vocês já estarão preparados. Esta é a 10ª semana de 18 e alguns times já estão mostrando seu potencial. O Washington Red Skins do neto da Suzana está muito bem, o Chicago Bears do filho da Glaura também está indo na caminhada para os play-off, já o meu o Dallas Cowboys está péssimo, não só está perdendo, como está perdendo de lavada, tanto que o técnico foi demitido na 2a. feira. O neto da Suzana, Antonio, assistiu uma partida do NY Jets num campo que foi demolido para o surgimento da nova arena dos times de Nova York (Jets e Giants).
O Superbowl que é o jogo final e define o Campeão da Temporada será em fevereiro de 2011 em Dallas. Meu sonho é ir assistir este jogo. Este estádio foi concluído no ano passado ao custo de US$ 1 bilhão. Tem um telão de 100 metros da mais nova tecnologia digital imaginada no planeta. Não é o máximo.
Basicamente, o jogo é um jogo de estratégia de ocupação de espaços. O time tem que caminhar 10 jardas tendo 4 tentativas para cumprir essa meta. O outro time tem que evitar que esta conquista ocorra. Se ocorrer, o time tem mais 4 tentativas para outras 10 jardas até conseguir atingir a endzone onde se marcam os pontos do jogo. É só isso, uns tentam ir e os outros tentam evitar que isso aconteça. Não é violento, e só evitar que as conquistas ocorram. Simples não! Quem quiser se deliciar com esse jogo pode fazê-lo assistindo os jogos que passam às 5a. feiras (23 horas), domingos começando à tarde e indo madrugada adentro. Agora se você quiser só saber as notícias de quem está ganhando e as melhores jogadas, podem assistir na ESPN às sextas feiras, 20:00 às 20:30, com o Everaldo Marques e o Paulo Antunes.
Viram como é fácil, as regras depois vem da prática de assistir.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Sessão da Tarde
Já estamos em Novembro de 2010!
Há o seguinte comentário do Time:
"O pano de fundo científico de Solar é tão acurado que os pesquisadores do MIT que estudam os temas abordados no livro poderiam desconfiar que McEwan roubou suas notas [...] Mas o grande feito do livro é condensar na figura humana do protagonista todas as contradições das polêmicas sobre o clima e o aquecimento global"
O personagem é marcante, um cientista ganhador do Prêmio Nobel de Física, que é amoral, politicamente incorreto, tem prazer em comer muito, amantes, muitos casamentos. Ele mesmo não acredita no aquecimento global, mas resolve ir numa expedição ao Polo Norte, com passagens hilárias. No primeiro dia, eles vão dar uma volta e há o perigo de serem atacados por ursos polares, porisso eles têm sempre guias para protegê-los:
"Apesar do perigo que corria, Beard olhou de novo por cima do ombro na esperança de ver por um instante o animal que estava prestes a deixar para trás, pensando sempre na história que iria contar depois. No pequeno aro de semiclaridade que circundava o centro enevoado dos óculos, registrou algum movimento, mas podia ter sido a mão do guia ou um pedaço de sua própria balaclava. No relato que repetiria pelo resto da vida, aquele que se tornou sua verdadeira memória, um urso-polar de boca aberta estava a vinte metros de distância e se aproximava quando o skidoo pulou para a frente - e assim o fazia não porque, ou não apenas porque, fosse um mentiroso, mas por saber instintivamente que era errado desperdiçar uma boa história."
O livro é hilário e sério. Quem tiver curiosidade de ler irá ter momentos muito bons.
Bom novembro para todos!
domingo, 5 de setembro de 2010
Nossos Jantares
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Jantar na Geni em noite de São Pedro
A comida foi um arraso, recheada de iguarias e petiscos japoneses. Sei que a Mara também fez excursão, fotografando tudo.
Para surpresa de todos também houve recital com Geni ao piano acompanhando as vozes da Glaura e Liliana.
As fotos da noite podem ser vistas no link:
http://gmorita.multiply.com/
A Geni escreveu sobre a noite:
"A reunião foi ótima. Fiquei muito feliz por receber a Turmitinhas, pena que algumas pessoas não puderam vir, mas não faltarão novas oportunidades de recebê-los.A Chana teve alguma questão que a impediu, pois havia confirmado presença e, mais tarde, me avisou que não poderia vir. A Nancy tinha um jantar comemorativo dos 15 anos de sua neta, mas me telefonou dizendo que, dependendo da hora que terminasse o jantar, ela viria nos encontrar, o que aconteceu e nos deu muita alegria. A Suely teve uma reunião de trabalho e, como era o primeiro contato, era imprevisível os rumos de tal reunião – se desse tempo e disposição ela teria passado nem que fosse para o cafezinho, o que acabou não acontecendo. A Cláudia me telefonou avisando que não estava muito bem, com um possível começo de gripe e que decidira se poupar. A Suzana me telefonou umas 9h da noite, avisando que teve dor de cabeça à tarde, havia tomado um comprimido e descansado, mas que não havia melhorado até àquela hora e que não viria.
Suzana mostrou sua preocupação com o pão que ficou de trazer. No entanto, isso foi prontamente resolvido, pois ao dar a notícia da Suzana e do não-pão, Scatena e Ari gentilmente se ofereceram para ir até o Santa Marta. Este gesto salvou a parte dos petiscos acompanhantes do pré-pizza – sardella com aliche. Afinal, e se a novidade japonesa petisqueira não fizesse sucesso? Não teria mais nada a oferecer a não ser sardella com aliche no pão!
Quanto ao João e Medina, não tivemos notícias, mas sei que estarão presentes a qualquer momento.
Este ano os preparativos foram mais adequados do que o ano passado, pois naquela ocasião eu estava “enferrujada” na arte de receber pessoas e meu lado exagerado (sabe o medo de faltar alguma coisa?) falou muito alto.
Receber a Turmitinhas ofereceu-me a oportunidade de ajustar uma série de coisas em casa, coisas que eu vinha empurrando com o barrigon ao longo dos dois anos que moro neste lugar. Querem exemplos? Aqui vai: utensílios básicos para oferecer um jantar, como pratos, copos, talheres..., pois não gostei muito de alugar os utensílios. Foi uma delícia sair a busca de objetos que me agradassem o suficiente para querê-los em casa. Outro exemplo foi uma quantidade respeitável de pequenos objetos decorativos adquiridos e não instalados, o que gerou o rearranjo de diversos cantos de casa.
Conforme a data da reunião se aproximava, eu tinha idéias e mais idéias e tive que fazer um esforço para manter os meus limites internos. No processo, decidi oferecer aperitivos diferentes e um dia, fazendo compras de abastecimento oriental e natureba de casa, tive a idéia de trazer petiscos tipicamente japoneses e isso resultou em peixinhos secos com amêndoas, peixinhozinhos secos adocicados, ervilhas torradas com algum tempero exótico, um misto de crocantinhos de arroz com algas ao shoyu apimentados e lula desidratada e levemente adocicada. Acho que estes exotismos talvez tenham sido demais para as pessoas, ou então a sensibilidade das pessoas tenha “rastreado” o glutamato de monosódio (aji-no-moto).
Nesse vai e vem e controle de idéias, uma que me rondava há dias, acabou se concretizando após o almoço da própria terça-feira. Qual era a dúvida? Servir ou não servir um digestivo após o café. Durante meu almoço, que foi num restaurante vegano chamado Yam, aliás, ótimo e que recomendo muito, decidi buscar o Passito di Pantteleria, um digestivo que me arrebatou, descoberta recente, pois o mundo do vinho é bem novo pra mim. Lá fui eu atrás do Passito e também a busca dos docinhos típicos das festas juninas (aqueles da infância – a minha – feitos de abóbora, batata, beterraba, etc), afinal a reunião aconteceu no dia de um dos santos do trio junino, o de São Pedro – 29 de junho... Não encontrei os tais docinhos, então num gesto de rebeldia à própria idéia decidi buscar docinhos húngaros bem gostozinhos e diametralmente opostos à simplicidade caipira.
A presença do Passito gerou até um cunversê sobre o vinho feito a partir da uva moscatel, vinho que por um bocado de tempo era difícil de ser encontrado por aqui e que recentemente tem reaparecido. Lembro-me de ter escutado um “rabo” de conversa, em que a Nancy falava do vinho de uva moscatel que havia na época de seu pai... daí tive que dar conta de alguma coisa, mas foi o suficiente para perceber que houve uma conversa entorno do assunto, especialmente entre as pessoas de origem italiana ali presentes. Esclareça-se que o Passito é feito com o Moscato di Alessandri (ou Zibibbo), um tipo de moscatel, que, apesar do nome espanholado, é produzido na Itália, mais especificamente na Sicília.
O vinho já havia sido providenciado no mês passado e foi sugestão de um amigo que entende bastante mais do que eu sobre o assunto. Escolhi o Alamos/Catena Zapata, Syrah. Ainda bem que acertei e, por conta disso, devo ter bebido um pouco além da conta, ficando meio “desastrada”... Mas acho que a nossa turma foi muito comportada nesse quesito, abrimos só 4 garrafas!
Para minha surpresa, quase todos aderiram ao vinho e os refrigerantes nem foram tocados. A cerveja também ficou gelada e “na geladeira”, pois a nossa cervejeira-mor, Suely, não pôde vir. Outra surpresa foi o sucesso alcançado pelo refresco de aloe vera (babosa), que também comprei como exotismo. Chama-se Aloe Vera King, da OKF. Qual não foi meu estupor, quando o Ari me pediu um refrigerante e eu abri a porta da geladeira e ele viu o refresco de aloe vera e exclamou: “nossa, aloe vera? Eu adoro isso....” “Uau digo eu!”, pois o sucesso foi tanto que acabou!
Os primeiros a chegar foram Mara e Ari. Pedi-lhes que fizessem a reportagem fotográfica, pois ficaria difícil conseguir receber as pessoas e fotografar os fatos ao mesmo tempo.
Conforme as pessoas foram chegando o clima foi esquentando, confesso que pude acompanhar poucas conversas e acho que até um assunto que perguntava à Liliana acabou inacabado pois fui providenciar alguma coisa e acabei deixando o assunto em aberto. Acho que é assim mesmo que acontece em reuniões festivas.
Desde o ano passado, eu e Glaura havíamos combinado uma surpresa para a turma: tocar e cantar o Tamba-Tajá e o Uirapuru. O ano passado não deu certo, pois quando nos demos conta já passava das 22h e o respeito pelos vizinhos impediu nossa surpresa. Guardamos para uma próxima oportunidade, que dependia da existência de um piano. Não sabíamos que havia um piano na casa de Liliane, senão teríamos nos apresentado naquele momento. Então no domingo, quando fui ver as meninas – Glaura e Liliane – na apresentação do coral, combinei com Glaura de nos apresentarmos. Foi mais uma brincadeira do que uma apresentação, à qual se juntou Liliana: eu no piano e Glaura e a Liliana, cantando. Não foi uma maravilha, mas deu pra gente brincar um pouco. Para uma apresentação sem ensaio, estava ótimo. A Mara, em especial, ficou entusiasmada e queria mais, mas eu parei com isso exatamente às 22h, afinal, não quero confusão no condomínio. Surgiu até a idéia de combinarmos um encontro numa tarde, quando poderíamos ficar brincando de música bastante tempo. Quem sabe ainda concretizamos esta idéia!
Ah! A sobremesa também tem sua história. Vejamos. A Rita tinha se oferecido para trazer um bolo de fubá, mas sua filha Catarina, estava com febre e ela acabou esquecendo ou não tendo tempo de providenciar sua oferta. Por outro lado, a Mara quis fazer uma surpresa pra mim e trouxe uma canjica, que se transformou na principal sobremesa. Eu, por outro lado, ou do mesmo lado, não encontrei os tais docinhos típicos da época de festas de São João, e acabei comprando um prato de petit fours húngaros, pensando em servir junto com o café... não deu outra, o conjunto foi a sobremesa, somado às paçocas cilíndricas que a Liliana trouxe. No fim, “tudo pode dar certo”, como no filme de Woody Allan!
A hora de servir o café também foi divertida. A história de ter todas as xícaras de café diferentes faz com que, naturalmente, as pessoas queiram tomá-lo num ou noutro recipiente. É muito interessante e divertido. Será que isso interfere no sabor do café?
Um show à parte foi a minha incompatibilidade física com a mesa que emprestei do condomínio. Não encontrei melhor lugar do que no meio do caminho de passagem para a cozinha – enquanto não houvesse a apresentação musical não era possível colocá-la junto ao piano e depois eu esqueci, sendo solucionada a questão quase no final da reunião por uma equipe de “arquitetos” – Scatena, Ari e Haruo. Tropecei no pé da mesa umas 5 ou 6 vezes, tendo derrubado espetacularmente um copo de vinho, tingindo piso, paredes, objetos e, quiçá, pessoas (espero que não). E todos diziam, “ainda bem que foi a dona da casa!”. Mas foi uma coisa incrível, nunca me senti tão desajeitada!
Glaura e Odilon estiveram presentes de uma forma muito especial. Eles estão sob uma rígida dieta em função das condições de saúde do Odilon. Tiveram dúvidas em vir, pois uma dieta tão rigorosa pode dificultar certas atividades sociais, mas daí pensaram que não queriam que isso os impedissem socialmente, então, fizeram sua refeição em casa e durante a reunião só tomaram água. Tomaram uma sábia decisão e nós (tomo a liberdade de falar por todos) nos regozijamos com a decisão e a atitude. E olhem que Odilon estava bem peralta com aquela máquina fotográfica. Bem que gostaria de ver as imagens que ele andou registrando. Ele que fica quietinho, mas não perde nada nada!
Outra alegria da noite foi a chegada da Nancy que, como todos sabem, teve um compromisso familiar. Que bom que esse compromisso acabou a tempo dela vir nos encontrar. Fiquei muito feliz com sua vinda, digo ficamos.
Um grande prazer foi também a presença de Vitor. Eu havia pedido a Ari e Mara que dissessem ao Vitor que, se ele estivesse disposto a vir, seria muito bem vindo aqui em casa. Como ele agora está trabalhando (ele trabalha e o Ari estuda! Vejam como é a vida.) até tarde e longe (Morumbi, se não me engano), fiquei muito feliz quando ele veio iluminar nossa reunião com sua beleza e juventude.
Aliás, houve um momento em que estava conversando com Vitor e Ari, na cozinha, e a presença de Ari foi convocada na sala, percebi que Haruo deu uma palhinha de terapia em grupo, mas não sei qual foi exatamente o tema, pois fiquei fazendo companhia ao jovem Vitor. Talvez alguém queira nos contar qual foi o assunto!
Márcia fez muito sucesso com seu cachecol super-hiper fashion, que poderão observar nas fotos. Ela até posou para uma foto-fashion!
O Scatena contou muitas histórias viajeiras, claro que especialmente da China. Acho até que ele está ficando com o olho meio puxadinho demais para um Scatena. Pena que a Suely não pôde vir, pois acho que ele teria muita coisa a contar sobre a exposição de seus quadros. Eu ouvi só partes das suas histórias.
Pois então, entre mimos e presentes que recebi, também tive a oportunidade de, finalmente, entregar uma lembrancinha de aniversário ao Odilon, devidamente registrada em foto. A lembrancinha teve um longo caminho, pois lembro que levei na casa da Suzana, onde foi a reunião mais próxima ao seu aniversário, mas eles não puderam estar presentes. Foi quando eles, Glaura e Odilon, foram acometidos de “banzo” dos netos. Naquela noite eu esqueci o pacote na casa da Suzana. Lá ficou até a reunião em que Suzana lembrou de me levar, acho que se passaram dois meses. Mas eu não desisti de entregá-la e acabou acontecendo em casa mesmo.
Quase ia me esquecendo de contar sobre a Mimosa Folle e o Crazy Dog. Dois bichinhos de pelúcia animados com um mecanismo sonoro de riso, que nos divertiu. Eu não resisti às suas risadas e os trouxe para me fazer companhia durante os jogos desta Copa ou durante os momentos de necessidade de alegria. Mimosa Folle (folle vem do francês – louca) tem um estranho olhar esbugalhado, uma risada mugidoura e acho que colocou silicone nas mamas, pois tem uma cicatriz respeitável. Crazy Dog (crazy – louco; dog – cachorro, do inglês) é um cachorrinho doidinho com uma risada deliciosa. Até a Nancy me perguntou se eu não tive infância. Tive, mas naquela época os brinquedos eram outros. Hoje em dia tenho “inveja” das crianças, pois existem brinquedos maravilhosos e, muitas vezes, a criança que ainda sobrevive dentro de mim não resiste!
Fiquei muito contente com a festa, hoje tem uma energia nova e boa na casa e eu também sinto uma energia renovada em mim.
Gente, eu adoro vocês, muito obrigada. "